Histórico

O BARRIL E SUA ORIGINALIDADE.
Desde criança se ouve belas histórias de nossa cidade, principalmente sobre a definição do primeiro nome, embora nunca fosse oficializado, como Vila Barril. A nossa história é hoje contada e dificilmente encontramos registros anteriores a 1930. Algumas pequenas histórias chegaram até nosso tempo, mas não são suficiente para ampliar o que já sabemos. O livro do Padre Vitor, Painéis do Passado, ressalta a luta dos imigrantes participantes da implantação do pequeno povoado, mas servem para alargar nossos conhecimentos. Devemos lembrar aqules que escolheram a nossa terra, pçor opção, dividindo com os nascidos aqui, já que construímos ao longo dos mais de 80 anos nossa gloriosa trajetória.
O vai e vem de carroceiros que por aqui passavam contribuiu no desenvolvimento da região já que o troca troca entre agricultores, carroceiros, tropeiros e comerciantes foi decisivo na criação de um clima de otimismo e confiabilidade. Carroceiros faziam viagens com frequência para a região das Águas do Mel ( que mais tarde recebeu nome de Cruzeiro do Sul, e mais ainda passou a ser chamada de Iraí).
Por volta de 1918 ou 1919 ao retornarem de uma das viagens, os carroceiros João Tombini e José Copatti co carroça carregada de barris de aguardente, uma carroça tombou e no acidente rompeu a tampa de um dos barris. Barril danificado, sem utilidade, surgiu a feliz idéia de aproveitar a vasilha para captar água cristalina para beber. Para facilitar a captação da aguá, foi aberta uma taquara de bambu com a retirada dos nós, ligando a fonte ao barril. Nascia assim a epressão, “vou dormir, comer ou descansar no barril”. A expressão correu o Rio Grande do Sul e nos anos futuros todos diziam ” vou moral no Barril”. Falou mais alto a intuição dos carroceiros, que para não perderem a vasilha usaram-se no vertedouro do lajeado Perau, próximo à atual Capela do Bairro Barril.
Além da água cristalina, uma bela árvore de sombra, colorabou para transformar o local em encontro de viajantes, tropeiros, sertanejos e outros. Qualquer encontro swervia para marcar o local da próxima parada e assim foi se fixando ” lá no barril “.
Quem chegar primeiro faz o fogo e prepara a comida, o chimarrão e, logicamente, aquele aperitivo. As carretas transportavam comenciantes, migrantes, colonizadores, caçadores e até alguns fugitivos. Nos momentos de lazer surgiam belas histórias. O local, rapidamente, se transformou em fonte de informações, pois os moradores buscavam noticias das “terras velhas” e assim acontecia a troca, com os que passavam levando as cartas ou notícias.

FREDERICO WESTPHALEN, POR QUE?
A verdadeira história do Engenheiro Frederico Westphalen………..

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